O Velho do Restelo / The Old Man of Restelo

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No canto IV de Os Lusíadas, quando a armada de Vasco da Gama deixa a praia do Restelo, a poucos passos de onde hoje está o Padrão, um velho de aspecto venerando levanta a voz contra a partida: «Ó glória de mandar, ó vã cobiça». Camões deu a ele as palavras mais duras do poema, e o nome ficou na língua: em Portugal, velho do Restelo é quem desconfia do futuro. Na pedra, entre os heróis, uma barba longa, um frade de mãos postas e um jovem de armadura olham o mesmo horizonte, cada um com a sua fé.

Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 03 de 14 da série Lisboa, Ato I: Onde a Terra Acaba.

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No canto IV de Os Lusíadas, quando a armada de Vasco da Gama deixa a praia do Restelo, a poucos passos de onde hoje está o Padrão, um velho de aspecto venerando levanta a voz contra a partida: «Ó glória de mandar, ó vã cobiça». Camões deu a ele as palavras mais duras do poema, e o nome ficou na língua: em Portugal, velho do Restelo é quem desconfia do futuro. Na pedra, entre os heróis, uma barba longa, um frade de mãos postas e um jovem de armadura olham o mesmo horizonte, cada um com a sua fé.

Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 03 de 14 da série Lisboa, Ato I: Onde a Terra Acaba.