Borges imaginou um livro de areia, sem primeira nem última página, em que nenhuma folha se repete. O arenito da Chapada é um livro assim, escrito pela própria areia: grãos depositados camada sobre camada, endurecidos ao longo de milhões de anos e depois abertos pela água. Na parede, o vermelho do ferro e o branco da pedra correm em ondas, como linhas de uma escrita que ninguém lê inteira. Não há horizonte nem escala: só a página.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 03 de 18 da série Chapada das Mesas, Ato I: Areia que Virou Pedra.
Borges imaginou um livro de areia, sem primeira nem última página, em que nenhuma folha se repete. O arenito da Chapada é um livro assim, escrito pela própria areia: grãos depositados camada sobre camada, endurecidos ao longo de milhões de anos e depois abertos pela água. Na parede, o vermelho do ferro e o branco da pedra correm em ondas, como linhas de uma escrita que ninguém lê inteira. Não há horizonte nem escala: só a página.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 03 de 18 da série Chapada das Mesas, Ato I: Areia que Virou Pedra.