No meio do caminho tinha uma pedra, escreveu Drummond em 1928, e o verso nunca mais saiu da língua; a poeta americana Elizabeth Bishop o levou para o inglês. No cânion que se chama Pedra Caída, a pedra está no meio do caminho da água: caiu do paredão, ficou e se cobriu de musgo, como só acontece com a pedra que deixou de rolar. O rio cor de cobre passa pelos dois lados, sob uma parede que ainda goteja.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 05 de 18 da série Chapada das Mesas, Ato I: Areia que Virou Pedra.
No meio do caminho tinha uma pedra, escreveu Drummond em 1928, e o verso nunca mais saiu da língua; a poeta americana Elizabeth Bishop o levou para o inglês. No cânion que se chama Pedra Caída, a pedra está no meio do caminho da água: caiu do paredão, ficou e se cobriu de musgo, como só acontece com a pedra que deixou de rolar. O rio cor de cobre passa pelos dois lados, sob uma parede que ainda goteja.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 05 de 18 da série Chapada das Mesas, Ato I: Areia que Virou Pedra.