Em 1931, aos 22 anos, Manoel de Oliveira estreou no cinema com Douro, Faina Fluvial, um documentário mudo sobre o trabalho na Ribeira: barcos, carregadores, a ponte de ferro e a luz do rio. Quase um século depois, a faina da Ribeira é outra, de mesas ao sol, guarda-sóis e barcos rabelos atracados à espera de quem os embarque. Vista pelos X de ferro da ponte Luís I, aberta em 1886, a cidade inteira cabe num quadro. É a obra que dá capa à série: o Porto emoldurado pela própria engenharia.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 02 de 8 da série Porto, Ato I: Rio de Ouro.
Em 1931, aos 22 anos, Manoel de Oliveira estreou no cinema com Douro, Faina Fluvial, um documentário mudo sobre o trabalho na Ribeira: barcos, carregadores, a ponte de ferro e a luz do rio. Quase um século depois, a faina da Ribeira é outra, de mesas ao sol, guarda-sóis e barcos rabelos atracados à espera de quem os embarque. Vista pelos X de ferro da ponte Luís I, aberta em 1886, a cidade inteira cabe num quadro. É a obra que dá capa à série: o Porto emoldurado pela própria engenharia.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 02 de 8 da série Porto, Ato I: Rio de Ouro.