Em abril de 1940, reunidos em Fátima, os bispos portugueses decidiram erguer diante de Lisboa um monumento a Cristo, como súplica para que o país fosse poupado da guerra que tomava a Europa. Portugal ficou de fora, e a promessa foi cumprida em 1959: na margem sul do Tejo, em Almada, o Cristo Rei abre os braços sobre a cidade, inspirado no Cristo Redentor do Rio de Janeiro, com vinte e oito metros de estátua sobre um pedestal de oitenta e dois. Vista de baixo, contra o azul, a mão de palma aberta continua estendida, como quem ainda cumpre o que prometeu.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 01 de 14 da série Lisboa, Ato I: Onde a Terra Acaba.
Em abril de 1940, reunidos em Fátima, os bispos portugueses decidiram erguer diante de Lisboa um monumento a Cristo, como súplica para que o país fosse poupado da guerra que tomava a Europa. Portugal ficou de fora, e a promessa foi cumprida em 1959: na margem sul do Tejo, em Almada, o Cristo Rei abre os braços sobre a cidade, inspirado no Cristo Redentor do Rio de Janeiro, com vinte e oito metros de estátua sobre um pedestal de oitenta e dois. Vista de baixo, contra o azul, a mão de palma aberta continua estendida, como quem ainda cumpre o que prometeu.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 01 de 14 da série Lisboa, Ato I: Onde a Terra Acaba.