Em 1910, Debussy compôs um prelúdio sobre a lenda de uma catedral que emerge do mar nas manhãs claras, com os sinos tocando, e volta a afundar. A parede do Grey sobe da água em torres, arcos e nervuras, e o lago repete tudo de cabeça para baixo. Em preto e branco, o gelo perde a cor e ganha arquitetura. Como na lenda, ela parece ter acabado de subir à superfície.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 13 de 16 da série Glaciar Grey, Ato IV: Trinta Metros de Silêncio.
Em 1910, Debussy compôs um prelúdio sobre a lenda de uma catedral que emerge do mar nas manhãs claras, com os sinos tocando, e volta a afundar. A parede do Grey sobe da água em torres, arcos e nervuras, e o lago repete tudo de cabeça para baixo. Em preto e branco, o gelo perde a cor e ganha arquitetura. Como na lenda, ela parece ter acabado de subir à superfície.
Print fine art em edição limitada de 25 exemplares, numerados e assinados, com certificado de autenticidade. Impressão em pigmento mineral sobre papel de algodão Canson Infinity. Obra 13 de 16 da série Glaciar Grey, Ato IV: Trinta Metros de Silêncio.