Veia de Turquesa mostra a água como ela raramente se deixa ver. Translúcida, de um azul impossível, a nascente repousa sob a vegetação que se debruça para tocá-la, num encontro silencioso entre folha e reflexo.
Fotografada nos fervedouros do Jalapão, Tocantins, a obra captura a transparência absoluta de uma água que brota da terra. O verde exuberante moldura a cena, e a luz atravessa a superfície até revelar o fundo, como se não houvesse separação entre o ar e o líquido.
A imagem é um convite ao repouso. Há, naquela quietude turquesa, uma pureza que parece anterior ao mundo, um lugar onde a água ainda guarda o seu primeiro silêncio.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.
Veia de Turquesa mostra a água como ela raramente se deixa ver. Translúcida, de um azul impossível, a nascente repousa sob a vegetação que se debruça para tocá-la, num encontro silencioso entre folha e reflexo.
Fotografada nos fervedouros do Jalapão, Tocantins, a obra captura a transparência absoluta de uma água que brota da terra. O verde exuberante moldura a cena, e a luz atravessa a superfície até revelar o fundo, como se não houvesse separação entre o ar e o líquido.
A imagem é um convite ao repouso. Há, naquela quietude turquesa, uma pureza que parece anterior ao mundo, um lugar onde a água ainda guarda o seu primeiro silêncio.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.