Olhos de Âmbar é um encontro direto com o cerrado vivo. A coruja se mantém ereta, e seus olhos amarelos sustentam o olhar de quem fotografa, num instante de pura presença sobre o fundo desfocado de pedra.
Fotografada no Jalapão, Tocantins, a obra concentra toda a atenção na ave. A riqueza das penas, do âmbar dos olhos ao desenho minucioso do peito, surge em nitidez plena, enquanto o ambiente recua para um murmúrio de sombras.
A imagem é sobre vigília. Há, naquele olhar fixo, uma serenidade atenta, a calma de quem pertence àquele território e observa, sem pressa, tudo o que nele se move.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.
Olhos de Âmbar é um encontro direto com o cerrado vivo. A coruja se mantém ereta, e seus olhos amarelos sustentam o olhar de quem fotografa, num instante de pura presença sobre o fundo desfocado de pedra.
Fotografada no Jalapão, Tocantins, a obra concentra toda a atenção na ave. A riqueza das penas, do âmbar dos olhos ao desenho minucioso do peito, surge em nitidez plena, enquanto o ambiente recua para um murmúrio de sombras.
A imagem é sobre vigília. Há, naquele olhar fixo, uma serenidade atenta, a calma de quem pertence àquele território e observa, sem pressa, tudo o que nele se move.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.