As Mesas do Tempo revela a assinatura geológica do Jalapão. Ao fundo, os chapadões de arenito se erguem com seus topos planos, mesas esculpidas por milhões de anos de vento e água, suspensas sobre a planície verde.
Fotografada no Jalapão, Tocantins, a obra organiza a paisagem em três respirações: o cerrado em primeiro plano, a vastidão que conduz o olhar e as serras que fecham o horizonte sob um céu limpo. Cada plano guarda a sua própria distância e o seu próprio tempo.
A imagem é uma contemplação sobre escala. Diante daquelas mesas antigas, a vegetação parece recente e o observador, passageiro. Tudo ali existia muito antes e seguirá existindo muito depois.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.
As Mesas do Tempo revela a assinatura geológica do Jalapão. Ao fundo, os chapadões de arenito se erguem com seus topos planos, mesas esculpidas por milhões de anos de vento e água, suspensas sobre a planície verde.
Fotografada no Jalapão, Tocantins, a obra organiza a paisagem em três respirações: o cerrado em primeiro plano, a vastidão que conduz o olhar e as serras que fecham o horizonte sob um céu limpo. Cada plano guarda a sua própria distância e o seu próprio tempo.
A imagem é uma contemplação sobre escala. Diante daquelas mesas antigas, a vegetação parece recente e o observador, passageiro. Tudo ali existia muito antes e seguirá existindo muito depois.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.