InteA obra foi semifinalista da 10ª edição do Brasília Photo Show, na categoria Brasília.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.
Em A Leveza do Concreto, a arquitetura de Oscar Niemeyer é observada a partir de uma perspectiva que transforma o concreto em desenho. Vista do alto, a rigidez da matéria se dissolve em curvas, círculos e linhas de tensão suave, revelando uma linguagem arquitetônica onde peso e leveza coexistem no mesmo gesto.
Fotografada em Brasília, a obra apresenta o Museu Nacional como uma síntese visual do modernismo brasileiro. A forma circular, o vazio ao redor e os caminhos que se projetam a partir da estrutura criam uma composição quase abstrata, onde a arquitetura deixa de ser apenas edifício e passa a ser pensamento, símbolo e presença no território.
A imagem propõe um olhar sobre a capacidade de Niemeyer de transformar a brutalidade do concreto em uma experiência de fluidez. O que poderia ser pesado torna-se silencioso. O que poderia ser rígido ganha movimento. O que poderia pertencer apenas a uma época permanece atual, reafirmando a força atemporal de Brasília como cidade desenhada por ideias.
A Leveza do Concreto integra o acervo Fine Art de Juan Frota como uma reflexão visual sobre forma, modernismo e permanência. Uma obra que revela como a arquitetura pode ultrapassar sua função material e se transformar em linguagem poética sobre o espaço, o tempo e a identidade de uma cidade.
A obra foi semifinalista da 10ª edição do Brasília Photo Show, na categoria Brasília.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.
Em A Leveza do Concreto, a arquitetura de Oscar Niemeyer é observada a partir de uma perspectiva que transforma o concreto em desenho. Vista do alto, a rigidez da matéria se dissolve em curvas, círculos e linhas de tensão suave, revelando uma linguagem arquitetônica onde peso e leveza coexistem no mesmo gesto.
Fotografada em Brasília, a obra apresenta o Museu Nacional como uma síntese visual do modernismo brasileiro. A forma circular, o vazio ao redor e os caminhos que se projetam a partir da estrutura criam uma composição quase abstrata, onde a arquitetura deixa de ser apenas edifício e passa a ser pensamento, símbolo e presença no território.
A imagem propõe um olhar sobre a capacidade de Niemeyer de transformar a brutalidade do concreto em uma experiência de fluidez. O que poderia ser pesado torna-se silencioso. O que poderia ser rígido ganha movimento. O que poderia pertencer apenas a uma época permanece atual, reafirmando a força atemporal de Brasília como cidade desenhada por ideias.
A Leveza do Concreto integra o acervo Fine Art de Juan Frota como uma reflexão visual sobre forma, modernismo e permanência. Uma obra que revela como a arquitetura pode ultrapassar sua função material e se transformar em linguagem poética sobre o espaço, o tempo e a identidade de uma cidade.
A obra foi semifinalista da 10ª edição do Brasília Photo Show, na categoria Brasília.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.
InteA obra foi semifinalista da 10ª edição do Brasília Photo Show, na categoria Brasília.
Edição limitada a 25 exemplares, numerados e certificados.